Tabagismo no século XXI: problemas e consequências
Enviada em 28/11/2018
O hábito do tabagismo é um problema que atinge não só o consumir do cigarro, como também seus próximos. Isso se deve as doenças, principalmente cardiovasculares , que o intenso uso do tabaco acarreta. Nesse âmbito, dois aspectos fazem-se relevantes: o papel do Governo no combate ao problema e as consequências do cigarro aos indivíduos.
Segundo John Locke, filósofo empirista do século XVII, é dever do Estado garantir aos indivíduos seus direitos naturais, como o direito à vida. Nessa perspectiva, é possível afirmar que os problemas inerentes ao constante uso do tabaco, como o desenvolvimento de canceres e de doenças cardiovasculares, devem ser atenuados pelo Estado, visto que o mesmo é responsável pela qualidade de vida dos cidadãos. Vale salientar que relativa parte dos usuários da droga não desejam sair de tal situação, nesses casos, a opção indivíduo deve ser respeitada.
Para Paulo Freire, pedagogo considerado um dos maiores educadores do Brasil, se a educação sozinha não transforma a sociedade, sem ela, as pessoas nunca mudarão. Com base no pensamento do autor, a educação revela - se essencial no combate ao tabagismo. É importante enfatizar que grande parte dos jovens que adentram no hábito do tabaco, anteriormente, quando adolescentes, não receberam educação, nem da escola, nem da família, acerca do mal que tal pratica traz.
Com isso, torna-se evidente, assim como afirma Paulo Freire, que a educação é o melhor caminho para atenuar o problema. O Ministério da Educação (MEC), junto ao Ministério da Saúde (MS), deve incluir, no currículo anual do ensino médio, dois a três eventos obrigatórios a serem realizados pelos municípios que visem a educação de jovens de 15 à 17 acerca das consequências do consumo de drogas licitas e ilícitas.