Tabagismo no século XXI: problemas e consequências

Enviada em 31/10/2018

Nos anos de 1950 e 1960 nos Estaods Unidos, implementou-se a cultura hedonista, que é a busca exagerada pelos prazeres sensoriais ,influênciando de tal modo as mídias televisivas da época que podia ser visto nas novelas e filmes o uso do tabaco como artigo de luxo e soberba. Nesse contexto, percebe-se no atual corpo social, causas negativas que induzem o sujeito ao uso do componente, como, a pressão social e a influência provinda das amizades. Diante desse cenário, cabe avaliar os fatores que favorecem esse caso

Em primeiro viés, a família é o pilar social na vida dos indivíduos e é através dela que aprendemos como nos comportar diante de perspectivas apresentadas na sociedade. Contudo, na modernidade é presenciado a pressão coletiva na vida dos jovens como, a coerção hiperbólica para ser aprovado nos vestibulares e a cobrança para entrada no mercado de trabalho, visto que os efeitos dessas práticas podem levar a morte ou adiquirir doenças. De acordo com o IBGE, 23,8 milhões de pessoas sao diagnosticadas com câncer de pulmão e 157,1 milhões morrem por infarto. Diante de tais expostos é presenciado a negligência por parte dos indivíduos e familiares.

Indubitavelmente, faz-se, mister, ainda salientar a interferência das pessoas e sociedade nas condutas de outros sujeitos. Consoante, o filósofo iluminista Rosseau explícitou em um de seus livros que a coletividade molda o ser humano de acordo com os seus padrões morais e éticos. Diante de tal conjuntura, é presenciado na contemporaneidade a indução por parte das mídias e relacionamentos a entrada do jovem no tabagismo, seja apenas para agradar sua conjuntura social ou para vivênciar experiências alucinatórias oferecidas pela droga. Ademais, tais atitudes trazem consequências, entre elas a exposição a componentes toxicos presentes no cigarro.

Diante dos fatos apresentados, interfere-se, portanto, que ainda à entraves para garantir a solidificação de políticas que visam à construção de um mundo melhor. O Governo Federal, em parceira com o Ministério da Educação, devem oferecer ações sociais com psicológos que ensinem a importância da familía na construção da identidade dos filhos e a relevância do diálogo e do equílibrio nas cobranças. Outrossim, o Ministério da Saúde, em parceria com televisões, devem criar prorpagandas públicitarias que tenham como tema principal a influência negativa do círculo de amizades e as consequências da entrada no mundo do vício, usando como repertório mídiatico documentários, filmes, fotos, vídeos e testemunhos de quem já passou por tais situações. Além do mais, tais propagandas devem ser passadas nas salas de aulas como forma de conscientização dos professore e alunos. A partir desses atos espera-se promover melhoras nas condições de vida.