Tabagismo no século XXI: problemas e consequências

Enviada em 31/10/2018

No século XVI, o cultivo do tabaco iniciou em lavouras no período colonial brasileiro com interesse comercial externo com a Europa. Atualmente, mesmo após estudos científicos dos malefícios do cigarro, o hábito de consumo continua fomentando problemas sociais e de saúde no Brasil. Como também, indústrias comercializam com todo o território nacional. Logo, medidas governamentais devem ser feitas que alcancem diminuir o consumo de cigarro e acessibilidade facilitada no Brasil.

Em primeiro lugar, o filósofo Schopenhauer afirmava que a vontade humana é o princípio fundamental da natureza. Sendo assim, ilustra a permanecia do consumo exagerado do cigarro mesmo sabendo dos malefícios. De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), os óbitos causados pelo tabagismo aumentaram de 4 milhões para 7 no início do século XXI, demonstrando que mesmo com informações dos prejuízos que são expostos no produtos vendidos e divulgações de dados científicos o uso permanece.

Além disso, mesmo com medidas governamentais contra os contrabandos em fronteiras no país, o continuo aumento do consumo permanece pelas vendas em outros estabelecimentos legalizados e permitidos a venda. Segundo a OMS (Organização Mundial da Saúde), o tabaco prejudica o meio ambiente e a saúde de quem apenas inala a fumaça do fumante. Outrossim, a presença de substâncias químicas possibilita maiores dependências de quem utiliza. Dessa forma, a falta de mudanças efetivas prejudica no âmbito da saúde e social.

Portanto, o Governo Federal deve desenvolver restrições rigorosas de acesso ao tabaco com fiscalizações em fronteiras comerciais brasileiras, como o Paraguai, e incentivar estabelecimentos a diminuir vendas de cigarros em trocas de vantagens comerciais. Mas também, exigir uma redução de substâncias químicas que serão estabelecidas encaminhados para o poder legislativo e multando indústrias que não cumpram os limites estabelecidos em acordos governamentais. Por fim, o Ministério da Saúde deve propor campanhas em mídias com maiores evidências das consequências do uso frequente do cigarro, assim proporcionará a diminuição comerciais e o consumo brasileiro.