Tabagismo no século XXI: problemas e consequências
Enviada em 30/10/2018
Não se pode negar os aspectos negativos desencadeados por um mau hábito cada vez mais crescente na sociedade brasileira: o consumo do tabaco. Em meio às angústias, influências e desafios pessoais, o vício em relação ao tabagismo é um assunto que precisa ser tratado com evidência e cuidado. Nesse âmbito, pode-se analisar que essa problemática tem base em fatores pessoais e sociais.
Convém ressaltar, a princípio, que o tabagismo tem apresentado aumentos significativos nas últimas décadas. Isso acontece porque os efeitos prazerosos da nicotina causam bem estar e euforia, o que resulta em pessoas presas ao hábito. Sob esse viés, no Brasil, 300 mortes anuais estão relacionadas a esse probrema, haja vista que a síndrome de abstinência causada pela ausência do tabaco reflete na dependência ao produto e uma série de perturbações, além da depressão.
Ademais, cabe pontuar que as consequências geradas por esse hábitos é um fator de extrema importância. Sob essa ótica, a fumaça do cigarro que afeta os pulmões e cérebro causa estragos graves, sendo capaz de deixar o fumante incapaz de exercer atividades minímas, e incuráveis uma vez que, mundialmente, 5 milhões de pessoas morrem por ano por causa do tabagismo. Além disso, esse hábito também é prejudical para os não-fumantes, considerando que acabam inalando a fumaça tóxica.
Urge, portanto que indivíduos e instituições públicas cooperem para mitigar essa mazela social. Cabe ao Governo, em parceria com o Ministério de Saúde, criar programas de ajuda por meio de psicoterapia individual e em grupo para diminuir a abstinência do cigarro. Somado a isso, a mídia juntamente com ONGs devem promover campanhas educativas que evitem a entrada de não-fumantes para o vício, além de influenciar o praticante a buscar ajuda e obter conhecimento sobre os problema causados pela prática, a fim de tornar essa independência viável. Dessa forma, será possível ofertar condições mais saudáveis a esses cidadãos.