Tabagismo no século XXI: problemas e consequências

Enviada em 30/10/2018

Tabagismo: menos Popeye’s

No desenho animado “marinheiro Popeye”, o protagonista é sempre retratado com um charuto na boca. No século XXI, o tabagismo é uma séria patologia. Por isso, nota-se uma desatenção social perante os efeitos secundários do vício.

Em primeira análise, pontua-se que o vício começa na adolescência. Nessa conjuntura, destaca-se que a pressão dos amigos influencia na aquisição do hábito. Por isso, as embalagens persuasivas e conhecimento do aumento índice de doenças, como câncer e trombose, não impedem a adesão de novos usuários. Como dito pelo filósofo Platão, " o importante não é viver, mas viver bem". Tal premissa deve ser reforçada aos jovens e, dessa forma, não existirão efeitos secundários na saúde, mesmo com a coação de colegas.

Ademais, destaca-se que existe um status atrelado ao tabaco. Antigamente, a mídia exercia um efeito simbólico e conativo que amplificava a venda de cigarros.  Nas novelas, por exemplo, os galãs eram sempre apresentados como fumantes. Atualmente, com o avanço da ciência, descobriu-se os inúmeros malefícios. Como dito por Hobbes, " o homem é o lobo do próprio homem", demonstrando que a própria sociedade prejudica o desenvolvimento social e saudável da população.

São imprescindíveis, portanto, medidas para atenuar os problemas e consequências do uso da nicotina. O Estado deve atuar, em conjunto, com o Programa Educacional de Resistência às Drogas(PROERD) e criar leis antitabagismo, além de fiscalizar a venda de cigarros para menores. Assim, impedirá a adesão de novos viciados. Outrossim, a sociedade deve reprimir o ato de tragar e informá-los os efeitos maléficos do hábito. Por conseguinte, a sociedade terá cada vez menos Popeye’s.