Tabagismo no século XXI: problemas e consequências

Enviada em 29/10/2018

Na Primeira Guerra Mundial, o cigarro se disseminou feito flagelo, pela Europa e as Américas. A mídia da época que associava o ato de fumar, a maneira elegante e sofisticada ser aceito socialmente. Ora, um de artigo luxo, que no aspecto contemporâneo, tornou-se mazela de saúde pública.

Percebe-se, que dilema advém, de uma longa data, onde fumigar era padrão de acolhimento. Só no inicio da década de 1970, foi dada introdução aos males causados pelo tabaco. No Brasil, o Professor José Rosemberg foi o primeiro a vincular conhecimento e lutar contra o tabagismo. Embora haja facilidade de adquirir a mercadoria para uso.

Outrossim, é a nocividade causada, seja ao fumante passivo ou ativo, tendo em vista a presença de substâncias cancerígenas, como o monóxido de carbono. Contudo, o índice de adesão ao produto curva-se significativamente, devido as restrições de vendas e propagandas impostas pelo Estado, somando ainda a proibição de tal pratica em locais coletivos públicos fechados.

De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), estima-se que 40% da população mundial adulta seja fumante. Essa alta elevação nas estimativas de tabaqueadores, fez surgir o Programa “Tabaco ou Saúde”, com intuito de estimular e firmar politicas de controle ao nicotismo, mantendo um controle mais eficaz, nas região da América Latina e outras.

Inferi-se, necessária portanto, a adoção de campanhas escolares, impostas pelo Poder Público, pelo menos uma vez por semana tendo objetivo de orientar através de profissionais especializados, sobre os riscos do uso da nicotina. Bem como, enquadrar as famílias que tem portadores do vício, em programas assistencialistas que visem o incentivo a saída do hábito, para que essas sejam o maior pilar de estimulo. Logo, tal opulência ficará, guardada apenas nos relatos históricos.