Tabagismo no século XXI: problemas e consequências

Enviada em 27/10/2018

Segundo o filósofo Aristóteles: “Um corpo saudável é aquele que evita exageros.” No Brasil, hodiernamente, o tabagismo ainda é uma realidade recorrente. Nesse viés, o vício em cigarros culmina em uma questão de saúde pública. Logo, combater o tabagismo é um dos principais desafios contemporâneos.

A princípio, cabe ressaltar que a lei antifumo foi uma avanço para desestimular o hábito de fumar em ambientes fechados, o que inibe a exposição de outras pessoas a fumaça tóxica. Contudo, conforme dados da revista médica The Lancet: cerca de 19 milhões de brasileiros fumam regularmente. Diante disso, nota-se que o tabagismo ainda é  um impasse entre os brasileiros.

Outrossim, o Instituto nacional do câncer afirma que o cigarro é a maior causa de mortes evitáveis no mundo. Pois, devido as substâncias nocivas que o tabaco libera há diversos impactos negativos a saúde do indivíduo. Entre os fatores do problema, estão o aumento do risco de doenças cardiovasculares, câncer no trato respiratório e enfisema pulmonar. Nessa perspectiva, é evidente que os efeitos causados pelo hábito de fumar gera um transtorno de saúde pública.

Dessa forma, medidas são necessárias para amenizar o problema. É preciso que o Ministério da Saúde realize campanhas intensivas antifumo, treinando os profissionais de saúde, para lidar com a questão oferecendo tratamento aos pacientes que optem por largar a compulsão, a fim de diminuir o número de tabagistas no país. Além disso, é preciso que o Governo em parceria com a Mídia, divulgue campanhas educativas, para instruir a população sobre os riscos causados pelo cigarro. Assim, obtém-se a perspectiva de coibir a questão.