Tabagismo no século XXI: problemas e consequências
Enviada em 30/10/2018
O uso do tabaco e registrado desde o século XV, sua origem provável são os Andes Bolivianos e os primeiros consumidores foram os indígenas. No século XVII, o tabaco dominava o cenário europeu e continuou se expandindo até atingir todos os continentes. No Brasil vigente, o tabagismo é um problema que deve ser combatido. Entanto tal problemática cresce, seja pelo uso precoce dos jovens ou pelo fato do descaso com o governo com a prevenção.
A princípio, o governo falha sem adotar medidas firmes de controle do tabagismo, isso aumentará a procura entre os jovens por meio de aceitação social. De acordo com o filósofo Grego Aristóteles, a política deve ser utilizada, por meio de justiça, para que o equilíbrio seja alcançado na sociedade. Nesse viés, o uso do cigarro está relacionado ao jovens em busca de aceitação na socialização. O estudo do PeNSE (Pesquisa Nacional de Saúde do Escolar), mostra que um terço dos jovens brasileiros experimentaram cigarro antes dos 12 anos, cerca de 30% dos jovens de 13 a 15 anos.
Faz-se mister, ainda, salientar que o uso diário do tabaco trará doenças tais como, câncer, asma, bronquite, diminui expectativa de vida dentre outras. De acordo com Zygmunt Bauman, sociólogo polonês, a falta de solidez nas relações sociais, políticas e sociais e econômicos é a característica da ’ modernidade líquida ’ vivida no século XXI. E ainda sim prejudicará a economia com um aumento no investimento ao tratamento de saúde da população tabagista.
Infere-se, portanto, que medidas devem ser tomadas para reverter a situação. Urge aos Ministérios da Educação, Saúde e Desenvolvimento, criar leis mais efetivas e alertar sobre o uso do tabaco como palestras e medidas socioeducativas com propagandas especificas e educativas para que a população saiba o quanto esse problema e prejudicial a saúde. A partir dessas ações, espera-se promover uma melhora das condições educacionais e sociais desse grupo.