Tabagismo no século XXI: problemas e consequências
Enviada em 27/10/2018
No século XXI, o tabagismo tem se tornado um problema recorrente e responsável por diversos males sociais. Segundo Organização Mundial da Saúde, o cigarro é causador de 25% das mortes e, além disso, contribui com a continuidade da pobreza. Assim, constata-se, que a problemática do tabaco constitui um cenário desafiador e que urge ser enfrentado, seja por acarretar danos à saúde humana, seja por corroborar a perpetuação de algumas mazelas na sociedade.
De fato, graves consequências à saúde são desencadeadas quando se faz o uso de cigarro. Em defesa disso, dados da OMS mostram que, no cérebro, por exemplo, os efeitos são devastadores, uma vez que, além de gerar falhas na cognição, dificulta a memorização e atrapalha aprendizado. Nesse cenário, nota-se, que a família se mostra um tanto negligente em lidar com essa questão. Conforme Jonh Locke, o ser humano é uma tela que é preenchida por influências experiências. Nessa ótica, é possível afirmar, que um indivíduo, quando inserido em um núcleo doméstico em que o hábito de fumar esteja presente, tenderá a adotá-lo também por conta da vivência em grupo, demonstrando, dessa maneira, que uma das causas do infortúnio se assenta na irresponsabilidade familiar.
Ademais, é indubitável que a pobreza esteja entre um dos amargos frutos impulsionados pelo tabagismo. Para confirmar isso, vale ressaltar que o cigarro funciona como uma porta de entrada para outras drogas mais perigosas e viciosas. Pesquisas da Universidade Federal de Stand Ford, nos Estados Unidos, mostram que 27% dos usuários de drogas do mundo começam com o tabaco. Logo, verifica-se, que quando uma pessoa começa a fazer uso de entorpecentes mais danosos, como crack e a maconha, não consegue controlar o vício, que demanda dinheiro para sustentado. Dessa forma, muitos se vêm obrigados a vender bens materiais adquiridos ao longo do tempo, oque leva rapidamente a condições degradantes de vida e à decadência financeira.
Fica claro, portanto, que o tabagismo identifica-se como uma ameaça para a sociedade. Assim, cabe ao Ministério da Educação, com a ajuda da família, fomentar o combate do uso do cigarro, por meio de palestras e discussões realizadas em sala de aulas, e que, somado a isso, os pais devem dialogar com os filhos a respeito dos prejuízos que o artefato pode causar à saúde, com o fito de formar cidadãos com uma opinião crítica e mais consciente acerca do problema. Em adição, é imperativo ao Estado, em conjuntura com a mídia e grandes companhias de concessão estatal, convidar a população a minorar o número de fumantes no mundo, promovendo propagandas que enfatizem os perigos que o tabaco pode oferecer ao futuro do ser, no que tange a influência ao uso de outras drogas, a fim de que mais uma das arestas que sustenta a pobreza possa ser sanada.