Tabagismo no século XXI: problemas e consequências
Enviada em 22/10/2018
Com o fim da Guerra Fria no ano de 1991, a proposta de arrecadação de lucro de forma exorbitante, o Capitalismo, disseminou-se efetivamente ao redor do mundo, fomentando, assim, a venda e o consumo dos mais diversos produtos. Dessa forma, no séc. XXI, o cigarro torna-se cada vez mais presente na sociedade brasileira e contribui negativamente na saúde das pessoas. Nesse sentido, duas situações demonstram-se relevantes no questionamento a esses hábitos prejudiciais: o vício e os jovens.
Em uma primeira análise, o cotidiano das pessoas favorece na ingestão de cigarro. Dessa maneira, um historiador francês do séc. XX, Pierre Nora, afirmou que “vive-se em um mundo acelerado”, isto é, os indivíduos realizam mais funções em seus dias e, em busca de um prazer momentâneo, consomem o tabaco no tempo livre. Sendo assim, mediante esse consumo, essas pessoas estão mais suscetíveis a problemas de saúde como pressão alta, AVC ou, no pior dos casos, câncer de pulmão. Concomitantemente, a indústria tabágica reforçou suas vendas aos jovens. Assim, devido aos investimentos em mídia oferecidos por ela, além de locais de fácil acesso de compra e de preço atrativo, adolescentes gradualmente precoces entram em contato com o cigarro. Logo, por utilizar essa mercadoria antecipadamente, os problemas de saúde acontecem previamente, prejudicando o desenvolver da vida desse jovem.
Portanto, ao estabelecer-se, o cigarro afeta custosamente a saúde das pessoas. Por isso, cabe aos meios midiáticos em parceria com o Ministério da Saúde realizar propagandas e divulgações de atividades físicas, de hábitos alimentares saudáveis, por meio da internet e televisão, a fim de incentivar a manutenção do cigarro por esses exercícios e evitar o vício. Ademais, é dever do Ministério da Fazenda aumentar o preço do cigarro vendido aos mais jovens, com o objetivo de dificultar a compra.