Tabagismo no século XXI: problemas e consequências

Enviada em 21/10/2018

De acordo com informações prestadas no portal da educação a origem do fumo é na América Central, aproximadamente no século XVI, quando em 1520 colonizadores espanhóis viram pela primeira vez o uso da planta por índios nativos. Após este primeiro contato, o uso do fumo alastrou-se rapidamente pela Europa e posteriormente pelo mundo arruinando a saúde de seus usuários que subitamente passaram a apresentar sintomas de doenças relacionadas ao tabagismo. Embora tenham registros históricos de medidas anti-tabagistas na Idade Antiga, o hábito de fumar sobrevive ao tempo e faz vítimas até os dias atuais.

Cabe dizer, inicialmente, que, a circulação do tabaco não é uma novidade do presente, e sim de muitos séculos passados, nos quais, por grandes períodos vivam de plantações e vendas; regiões da América Central foram pioneiras nesse comércio, e ainda colhem frutos. Hoje, o fumo é visto com os mesmos olhos, os produtores não pensam nos efeitos colaterais, e sim, no retorno financeiro, induzido nas fórmulas cada vez mais substâncias tóxicas e viciantes, refletindo na saúde: cerca de 78% dos fumantes estão em tratamento de doenças consideráveis graves, entre eles, a maioria dependente do sistema público de saúde (SUS).

Ademais,  em residências, o tabagismo passivo engloba toda a família, inclusive as crianças que têm seu sistema respiratório em desenvolvimento e ainda pode vir a adotar tal costume. Nesse contexto, os educandários são fulcrais para o esclarecimento dos prejuízos ao fumar e enfraquecer tal cultura nociva. Outrossim, campanhas que ocorrem em determinados picos de mortes evitáveis não são suficientes para a efetiva influência a qual objetivam, pois fumantes demoram para alcançar a abstinência e sofrem com a ansiedade, sendo necessária a constante ajuda e incentivo aos mesmos.

Portanto, depende-se de diretrizes a fim de atenuar tal contexto problemática. Nessa conjuntura, a OMS, em parceria com o corpo docente das escolas, devem criar palestras nos educandários mensalmente, com a exposição dos prejuízos da nicotina não só no organismo humano, mas na realização de atividades básicas hodiernas, essas demostrações têm como objetivo alertar, desde a tenra idade, o tabaco como danoso à saúde. Em adição, os veículos midiáticos têm que recriar constantes publicidades com relatos de ex-fumantes e apresentações de dados de mortes causadas pelo tabagismo. Essas campanhas serão realizadas com o fito de sobreavisar e incentivar àqueles que estão na luta contra o tabagismo. Assim, poder-se-á vencer a guerra entre o ópio contemporâneo e a saúde pública mundial.