Tabagismo no século XXI: problemas e consequências

Enviada em 28/10/2018

No século XVI, o cultivo do tabaco iniciou em lavouras no período colonial brasileiro com interesse comercial externo com a Europa. Atualmente, mesmo após estudos científicos dos malefícios do cigarro, ainda é constante o hábito de consumo no Brasil. Como também, indústrias comercializam com todo o território nacional. Logo, medidas governamentais devem ser feitas que alcancem diminuir o consumo de cigarro e acessibilidade facilitada no Brasil.

Em primeiro lugar, o filósofo Schopenhauer afirmava que a vontade humana é o princípio fundamental da natureza. Sendo assim, ilustra a permanecia do consumo exagerado do cigarro mesmo sabendo dos malefícios. De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), os óbitos causados pelo tabagismo aumentaram de 4 milhões para 7 no início do século XXI, demonstrando que mesmo com informações dos prejuízos que são expostos no produtos vendidos e divulgações de dados científicos o uso permanece.

Além disso, mesmo com medidas governamentais contra os contrabandos em fronteiras no país o continuo aumento do consumo permanece pelas vendas em outros estabelecimentos legalizados e permitidos a venda. Segundo a OMS, o tabaco prejudica o meio ambiente e a saúde de quem apenas inala a fumaça do fumante. Outrossim, a presença de substâncias químicas possibilita maiores dependências de quem utiliza. Dessa forma, a falta de mudanças efetivas prejudica no âmbito da saúde e social.

Portanto, o Governo Federal deve desenvolver políticas que restringem o acesso ao cigarro com leis que aumentem impostos de empresas produtoras e diminuam a permissão da presença de substancias químicas que causam dependências limitando as vendas por pessoa de apenas 2 maços por dia. Além disso, o Ministério da Saúde deve aumentar as campanhas em mídias com maiores evidencias dos problemas do uso frequente do cigarro, assim, proporcionará a diminuição da produção comercial e o consumo brasileiro.