Tabagismo no século XXI: problemas e consequências

Enviada em 22/10/2018

Promulgada pela ONU em 1948, a Declaração Universal dos Direitos Humanos garante a todos os indivíduos o direito à saúde e ao bem-estar social. Hoje, no entanto, os problemas e as consequências gerados pelo tabagismo impossibilita que grande parte da sociedade desfrutem desses direitos universais, tanto para quem a adere ou não a nicotina. Nessa perspectiva, não há dúvidas que a problemática abordado é um desafio a ser enfrentado no Brasil; o qual ocorre devido ao número exacerbado de consumidores, mas também às doenças e mortes ocasionadas.

Em primeira análise, a quantidade de cidadãos as quais adquirem a nicotina é muito alto, desta forma, gerando dificuldades para a redução desses produtos no mercado. Nesse sentido, por mais que os representantes das variadas marcas de cigarros saibam o quão prejudicial pode ser à saúde e ao meio ambiente, fecham os olhos socialmente, contudo, abrem um enorme sorriso quando vêem as numerosas vendas junto com o poderio econômico.

Além da questão do alto índice de dependentes da nicotina, faz-se, ainda, salientar as doenças que levam à morte, como importante consequência impulsionadora do problema. De acordo com o SESI Farmácia, 30% das mortes  são decorrentes de diversos tipos de câncer, estão diretamente ligados ao tabagismo. Logo, com essa realidade, o bem-estar pode ser abalado por um ‘‘presente’’ indesejado ao indivíduo o qual não libertou-se do vício, podendo, também, afetar os mais próximos com esse ‘‘pressente’’.

Fica claro, assim, que o grande número de usuários e as doenças são impulsionadores dos problemas e consequências gerados pleo tabagismo. Portanto, torna-se necessário para minimizar o problema abordado a atuação da União fornecer verba na área da saúde pública, afim de atender de forma competente e proativa os pacientes, com médicos especialistas no assunto em todo o país; os quais possam agir na prevenção (libertando do vício) e possível cura após adquirir a doença. Além disso, a mídia pode transmitir em canais televisionados e via rádio de forma negativa o cigarro.