Tabagismo no século XXI: problemas e consequências
Enviada em 21/10/2018
Houve um tempo em que fumar foi quase um personagem central das telas de televisões e cinemas . Cigarros , cachimbos e charutos eram exibidos como sinônimos de status e autoconfiança . Entretanto, com o decorrer de décadas , doenças e outras mazelas sociais passaram a caracterizar a dependência do tabaco . Em primeiro lugar , a inalação frequente da fumaça de cigarros , que possui diversas substâncias psicoativas como exemplo, a nicotina ,que promove a alteração da percepção do humor e comportamentos e aumenta a sensação de necessidade do produto . Concomitantemente , enfermidades como câncer de pulmão e enfisema pulmonar - destruição dos alvéolos pulmonares , dificultando a respiração- , tornam-se mais frequentes , atribuindo gastos aos cofres púbicos e familiares dos doentes. Em consonância , o psiquiatra Aloysio Augusto d’ Abreu afirma que , para as pessoas deprimidas o mundo deixa de ser colorido. Dessa forma , a depressão , irritabilidade , inquietação além da ansiedade são características da síndrome de abstinência , assim como algumas “pistas comportamentais” , associação de lugares , coisas com o vício , acomete quem deseja parar de fumar , dificultando ainda mais a queda no número de fumantes . Diante do exposto , portanto , medidas fazem-se necessárias para o controle do tabagismo e garantir o direito à saúde declarado na constituição de 1988 . Nesse sentido , O Ministério da saúde deve aliar-se as mídias publicitárias e promover campanhas com base em depoimentos de ex-fumantes e sua melhoria de vida , junto com imagens que possam chocar e enfatizar os seus malefícios. Outrossim , o Poder Legislativo deve implementar leis como a do Antifumo em locais fechados e utilizar-se de punições e multas mais rígidas para quem fuma em locais indevidos .