Tabagismo no século XXI: problemas e consequências

Enviada em 21/10/2018

No Mito da Caverna, o filósofo da Antiguidade Clássica, Platão, narra a história de homens que vivem acorrentados e enclausurados dentro de uma caverna. Analogamente à alegoria, os tabagistas são aprisionados pela dependência física e psicológica da nicotina, substância psicoativa presente no tabaco.Ademais, o tabagismo aumenta o risco de desenvolvimento de diversas doenças, que por muitas vezes podem levar a óbito do indivíduo. Nesse contexto,deve-se analisar as causas e as consequência de tais problemática relacionada ao número de casos de doenças geradas pelo tabaco.

É evidente, que o tabagismo pode causar problemas de hipertensão, doenças cardíacas, pulmonares e câncer, podendo levar o individuo a morte prematura. Segundo a OMS (Organização Mundial da Saúde), o uso de tabaco mata cerca de sete milhões de pessoas a cada ano.Outrossim,Foi aprovada em 2011, mas regulamentada em 2014, a Lei 12.546 proíbe o ato de fumar cigarrilhas, charutos, cachimbos, narguilés e outros produtos em locais de uso coletivo, públicos ou privados, como “halls” e corredores de condomínios, restaurantes e clubes – mesmo que o ambiente esteja parcialmente fechado por uma parede, divisória, teto ou toldo.Entretanto, à prática deturpa a teoria, uma vez que ainda existe negligências entre os indivíduos na sociedade.

É válido ressaltar, que a inalação dos 4.700 componentes tóxicos contidos na fumaça afeta tanto a saúde dos fumantes ativos quanto a dos passivos.Além disso,exposição à fumaça do cigarro, para fumantes ou não fumantes, pode aumentar os riscos de doenças psiquiátricas. Estudo da “University College London”, no Reino Unido, avaliou os níveis de cotinina (substância indicadora de exposição ao fumo) na saliva de 5,5 mil não fumantes e 2,7 mil fumantes sem histórico de doenças mentais e constatou: a maior exposição ao cigarro aumentava em 50% as chances de aparecimento de algum tipo de sofrimento psicológico, como depressão e transtornos de ansiedade.Desse modo,este número aumenta conforme  a exposição aos gases tóxicos.

Destarte, cabe Estado o dever fiscalizar o uso de tabagismo em locais públicos ou privados, como restaurantes e clubes,além de cria  equipes de analistas que estabeleçam regras de atuação e, programas de reabilitação para as pessoas viciadas no fumo.Ademais,cabe ao Ministério da Saúde em conjunto com às mídias online e televisiva, o dever de fazer campanhas de conscientização com ajuda de médicos especialistas nas doenças causadas pelo o uso do fumo,com propósito de falar e  alerta as  pessoas sobre as futuras consequências do uso do fumo e os riscos para saúde do indivíduo que é fumante ativo e o fumante passivo, com intuito de conscientizar os indivíduos sobre os riscos uso de tabagismo.