Tabagismo no século XXI: problemas e consequências
Enviada em 22/10/2018
No século passado o cigarro era a febre mundial. Havia uma intensa propaganda incentivando seu consumo, relacionando-o a algo glamouroso. Por influencia de artistas “hollywoodianos”, e para enquadrarem-se nos padrões sociais, uma parcela esmagadora da população passou a fumar. No cenário hodierno vê-se as consequências da atuação midiática a respeito do tabagismo, causador de danos fatais a milhares de pessoas.
Mormente, a nicotina, substância encontrada nos cigarros, proporciona uma sensação de prazer ao usuário, causando com facilidade a dependência. Dessa forma, o indivíduo para satisfazer-se aumenta cada vez mais a quantidade a ser utilizada. Além do vício, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS) o tabagismo é a principal causa de morte evitável no mundo, a cada tragada diminui-lhe o tempo de vida e aumentam as possibilidades de morte por problemas cardíacos e respiratórios.
Nesse viés, além das consequências supracitadas, vale salientar que o tabagismo é a grande principal causa de câncer de pulmão, este que tornou-se mais comum depois do surgimento do cigarro e é o que mais mata no mundo. Entretanto, o tabagismo não afeta apenas fumantes, mas todos que estão à sua volta. Mesmo não sendo dependentes, essas pessoas têm os mesmos prejuízos à saúde. O tabagismo passivo é a terceira maior causa de morte evitável no mundo.
É indubitável que, o tabagismo é extremamente prejudicial à saúde da população. Urge, portanto, medidas para solucionar o impasse. Cabe ao Ministério da Saúde em conjunto ao Ministério da Educação a realização de palestras nas escolas para os jovens, expondo os riscos do consumo de cigarros, de forma didática e explícita, a fim de evitarem novas vítimas. Atrelado a isso, o Ministério da Saúde, utilizando as mídias em geral, deve realizar as mesmas influencias do século passado, mas com outro objetivo: alertar o quão prejudicial é o cigarro . Por fim, o governo deve criar casas de reabilitação, vinculadas ao Sistema Único de Saúde (SUS) aos dependentes que queiram deixar o vício. Assim, diminuirá o imbróglio.