Tabagismo no século XXI: problemas e consequências

Enviada em 22/10/2018

Há décadas atrás os anúncios de cigarro eram permitidos e espalhados por toda parte; apresentavam um conteúdo conteúdos de gosto duvidoso, e que por vezes preconceituoso além de indicar que fumar fazia bem à saúde. Atualmente, com a evolução da medicina, percebeu-se que a nicotina causa uma  extrema dependência ao tabagismo, levando o indivíduo ao vício e assim afetando a saúde em diversos aspectos e então decaindo a qualidade de vida. Nesse sentido,evidencia-se que o tabagismo é um grave problema de saúde pública no século XXI; logo algo deve ser posto em prática afim de diminuir o número de fumantes, e impedir que mais pessoas comecem a fumar, uma vez que vidas estão sendo ceifadas, anualmente, em decorrência do seu uso.

É necessário pontuar, de início, que segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), o tabagismo é a principal causa de morte evitável no mundo, e dados assustadores apontam que o cigarro mata mais de 5 milhões de pessoas, pelo fato de compreender diversos tipos de doenças, como infarto e cânceres. Isso, congruente ao pensamento de Marcos Vizzuso, de que a dependência química são doenças que o indivíduo evolui, tendo como consequências a piora de suas próprias causas. Tal fato se reflete nos baixos investimentos governamentais em campanhas educativas, para a conscientização de todos, de como o cigarro só piora a saúde do ser, pois desenvolve mais doenças e como consequência diminui a expectativa de vida de tais dependentes.

É de grande importância ressaltar também, que além dos nítidos danos à saúde, o tabagismo tem gerado um grande impacto na economia brasileira; pois, estima-se, que, por ano o tabaco gera uma perda econômica que gira em torno dos R$ 56 bilhões. Gastos estes provindos do custo de tratamentos de doenças, por perda de produtividade dos usuários e por mortes prematuras. Ademais, há uma má eficiência por parte do governo, em relação a criação de locais especializados e capacitados para o apoio aos fumantes, persistindo assim grandes lacunas dos órgãos administrativos para com os afetados, e então fomentando a herança histórica, de que fumar era símbolo de glamour e poder.

É conveniente, portanto, que medidas urgentes por parte do governo sejam ativadas para alterarem esse cenário. É vital, então, que o Ministério da Saúde atue na criação de mais centros especializados, como ambulatórios públicos para tratar os viciados, em como, formar mais profissionais e capacita-los para tal função, e ajudá-los para que deixem o vício do cigarro. Ademais, ONGs devem promover, através dos diversos meios de comunicação em consoante com a mídia e as redes sociais, campanhas que conscientizem a população acerca dos malefícios do cigarro para a saúde, enfatizando também, como e onde podem procurar ajuda para se livrar desse vício, e assim obter uma vida mais saudável. E então dessa forma, espera-se diminuir o número de fumantes na sociedade.