Tabagismo no século XXI: problemas e consequências
Enviada em 21/10/2018
Durante a Colonização Brasileira o ato de fumar era considerado uma condição de status e de elegância. Entretanto, no Brasil atual e no restante do mundo, o cigarro é considerado um problema de saúde pública, por acarretar problemas e consequências nocivas. Dentre as várias situações destacam-se: o tabagismo entre adolescentes e o agravamento da dependência e de doenças respiratórias.
De início, a iniciação ao fumo durante a adolescência constitui um problema de saúde pública. De acordo com o Ministério da Saúde, jovens entre 12 e 17 anos usam o cigarro com frequência ou já experimentaram o cigarro de um amigo, resultando em um total de 1, 8 milhão de adolescentes em contato com o tabaco. Posto desse modo, entende-se que o tabagismo nessa fase pode estar associado à imitação do comportamento do grupo, além da facilidade de acesso a essa substância.
Outrossim, o tabaco pode desencadear graves problemas no sistema nervoso e no trato respiratório. Segundo a Biologia, um dos componentes do cigarro, a nicotina, atua no sistema nervoso central gerando a dependência. Além disso, pode ocorrer o desenvolvimento de câncer no pulmão e de doenças respiratórias crônicas, como bronquite; já que a temperatura elevada do fumo gera uma reação inflamatória e com o tempo a atrofia das células. Dessa forma, o vício do tabagismo agrava a realidade da saúde pública, já que com o problema aumentam-se os índices de doenças crônicas entre a população.
Portanto, é necessário combater o tabagismo. A Escola deve realizar atividades que exponham aos estudantes os riscos, por meio de peças teatrais e palestras visando combater a indução ao fumo, além de criar grupos de apoio para os dependentes, que incluam técnicas e mudanças de hábitos para substituir o vício. O Ministério da Saúde deve fortalecer os ambulatórios (que tratam o vício pela nicotina) já existentes em várias unidades de saúde, por meio de maiores divulgações nas mídias. Dessa forma, poder-se-á iniciar o combate a essa epidemia, que é o fumo.