Tabagismo no século XXI: problemas e consequências

Enviada em 21/10/2018

O uso do tabaco no Brasil tem seu início registrado ainda na época colonial, presentes nas tribos indígenas usado para fins medicinais. Em contraste com hoje em dia, o cigarro causa diversas doenças e é responsável pelo maior número de casos de câncer e doenças cardíacas, sendo evidente a necessidade pública de um centro de saúde voltado especificamente para os fumantes.

Da mesma forma que outras drogas viciam e prejudicam a saúde, com o cigarro não é diferente. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), cerca de 20 milhões de brasileiros fumam regularmente, dos quais 30% são acometidos por sérias doenças podendo levar ao óbito. Apesar do número de fumantes ter diminuído nos últimos anos, não é algo que deve ser negligenciado visto os danos que o consumo de tabaco trás à saúde.

Ademais, os gastos do governo com a saúde dos fumantes chega a quase 15 bilhões por ano, um gasto que poderia diminuir com campanhas anti-tabagismo e educação. De certo, o fato de o Brasil ser considerado o maior exportados de tabaco do mundo pela Associação dos Fumicultores Brasileiros (Afubra) influencia diretamente o seu consumo no interior do país. Outrossim, indústrias tabagistas estão mais interessadas em lucrar do que com a saúde de quem consome seus produtos, evidenciando também uma postura antiética dessas empresas.

Diante disso, é necessário que a Secretaria de Saúde invista em hospitais voltados para cuidados com pessoas fumantes, desde a prevenção até os casos mais sérios, por meio de campanhas e palestras  realizadas em postos de saúde e escolas, a fim de informar os malefícios para assim diminuir a quantidade de pessoas que o consomem. Por conseguinte, o Governo municipal deve promover o descarte correto das bitucas de cigarro a fim de prejudicar menos o maio ambiente.