Tabagismo no século XXI: problemas e consequências

Enviada em 22/10/2018

Sabe-se que, a partir da ciência, que dispõe de uma papel fundamental na vida humana desde o Renascimento, as tecnologias estão cada vez mais presentes na contemporaneidade. Nessa perspectiva, tais avanços, apesar de serem vistos como benéficos, também têm lados negativos, como o “cyberbullying”. Essa problemática, por sua vez,  inegavelmente deve ser pautada e demanda medidas interventivas, uma vez que suas consequências podem provocar tantos malefícios quanto o bullying tradicional.

Em primeiro plano, deve-se analisar como o bem-estar das vítimas é afetado. De acordo com a Organização Mundial da Saúde, a saúde deve ser  buscada e pode ser compreendida como o conjunto dos confortos mental, físico e social. Esses ensinamentos, contudo, são rompidos por tal indevida prática, uma vez que os xingamentos e as perseguições podem provocar danos psicológicos e, muitas vezes por consequência, sociais e físicos. Isso porque, a partir, por exemplo, do complexo de inferioridade criado na cabeça da pessoa atingida pelo problema, muitos indivíduos perdem a vontade de dar continuidade às suas relações em sociedade, bem como, em casos mais graves, passam a usar de automutilações enquanto estão em momentos de crise.

Além disso, é essencial pautar, ainda, que o bullying feito pelos meios  digitais pode tomar proporções maiores que o ocorrido em ambientes como as escolas. Essa realidade se deve, principalmente, à dificuldade para  identificar e punir os malfeitores, visto que a internet propõe maiores facilidades para agentes anônimos. Como consequência, a partir de perfis falsos, inúmeras vítimas são criadas diariamente e, na maior parte das vezes, se sentem impotentes diante da impunidade advinda da ideia de que, mesmo denunciando para alguém, raramente o agressor será notificado. Assim, desenvolve-se uma inconveniente conjuntura que oferece subterfúgios à continuidade do problema em questão.

Destarte, poder-se-á amenizar a problemática e conceder caráter mais proveitoso aos produtos da ciência.

Diante desse panorama, é fundamental que seja ensinado à população a essencialidade de pedir ajuda no caso de serem vítimas de cyberbullying, seja por meio de círculos de conversas promovidos pelas Secretárias de Educação de educação em colégios de ensino fundamental e médio ou por debates em programas midiáticos de grande alcance. Isso deve ser empregado para que familiares ou conhecidos, após as denúncias, possam ajudar na busca de formas de tratamento para o indivíduo afetado. Ademais, administradores de redes on-line, como o Facebook, têm a tarefa de contratar especialistas para atender e investigar casos de tal prática em seus sites, bem como divulgar essa ação, de forma a diminuir a impunidade por intermédio de maiores esforços para encontrar os malfeitores.