Tabagismo no século XXI: problemas e consequências
Enviada em 21/10/2018
" O importante não é viver, mas viver bem". Segundo Platão, a qualidade de vida tem tamanha importância de modo que ultrapassa a da própria existência. Entretanto, no Brasil, essa não é uma realidade para os indivíduos, pois o prazer proporcionado pelo tabagismo é exposto à frente. Por conseguinte, deve-se analisar como a omissão familiar e a inoperância do Estatal, contribuem à problemática em questão.
Em primeiro plano, evidencia-se que a falta de dialogo sobre drogas lícitas, principalmente o cigarro, vem aumentando o número de usuários. Nesse contexto, o teor informacional restrito pelos familiares, os quais apresentariam os riscos causados pelo tabaco, é substituídos por discursos persuasivos, haja vista que os grupos sociais relatam sensações de prazer e impulsionam o tabagismo como status na sociedade. De acordo com a ONU, em 79°, o Brasil estaciona no ranking de desenvolvimento humano (IDH). Logo, faz-se necessário a melhoria de vida dos brasileiros para alavancar o progresso do país e colocar em prática o discurso de Platão.
Analogamente, a inexistência do Estado em políticas educacionais que abordem as mazelas do uso do cigarro, gera a vulnerabilidade dos cidadãos. Dessa forma, quando o filosofo Lev Vygotsky afirma que, a escola não deve se distanciar dos aspectos da vida social de seus participantes, corrobora-se a primordialidade de eixos que recrimine o tabagismo. No entanto, o sucateamento da educação brasileira não permite introduzir ações pedagógicas que estimule a saúde e o combate dos derivados do tabaco.
Torna-se, portanto, necessário a extinção do tabagismo. Em razão disso, o Ministério da Educação, em parceria com a Receita Federal, deve promover uma ampla divulgação midiática, por meio do envio de recursos, que inclua entrevistas em jornais e debate entre professores e alunos, objetivando a amplificação do acesso ao risco do cigarro. Ademais, convém ao Ministério da Saúde na contratação de psicólogos, em postos ou bases comunitárias, a fim de orientar familiares na criação de seus filhos.