Tabagismo no século XXI: problemas e consequências

Enviada em 21/10/2018

Nos dias atuais, percebe-se a normatização de práticas que foram introduzidas nas ações cotidianas decorrentes de anos de hábito. Desse modo, atos como o fumo, por exemplo, teve sua origem histórica no Brasil e no mundo e perdura até hoje. Contudo, esse costume provoca consequências nocivas ao organismo, como dependência química, problemas cardiovasculares e até câncer.

Durante as primeiras décadas do século XX, a intensa propagação industrial e midiática do cigarro alavancou o  seu consumo. Assim, o tabagismo, via campanhas publicitárias, tornou-se sinônimo de status, de realização pessoal e de ser um ato prazeroso e popular.

Todavia, o desconhecimento da população consumidora acerca das consequências prejudiciais ao corpo humano acarretou em um aumento considerável de certas doenças. Ou seja, sua utilização agrava os quadros de patologias respiratórias e aumenta as chances de câncer pulmonar.

Por conseguinte, existem outros agravamentos indiretos do consumo do tabaco. Dessa maneira, a dependência atrai cansaços, entre outros, que influenciam, por exemplo, o trabalho do indivíduo assim, deixando-o improdutivo. Além disso, o vício em si é a maior dificuldade enfrentada.

Portanto, faz-se necessário a existência de uma desconstrução acerca da normatização do tabagismo. Para isso, seria eficiente a iniciativa governamental às empresas privadas de comunicação a promover campanhas sobre os males do tabaco. Além disso, a construção de centros especializados em tratamento no vício no cigarro, pelo Ministério da Saúde, em escala municipal e a realização de palestras anti-fumo em escolas, do Ministério da Educação