Tabagismo no século XXI: problemas e consequências
Enviada em 21/10/2018
O tabaco é uma planta descoberta pelos índios. O processo de colonização miscigenou algumas práticas da cultura índigena ao mundo europeu. Entretanto, no panorama atual, o consumo de cigarros tem impactado negativamente a população brasileira. Nesse contexto, deve-se analisar como o capitalismo e a falta de informação influenciam na problemática em questão.
Na década de 1980, as indústrias de cigarros foram as pioneiras no incentivo ao consumo do mesmo. Isso ocorreu porque, na sociedade hipercapitalista, o desejo pelo lucro monetário foi maior que a preocupação sobre os malefícios que a substâcia contida no produto poderia causar ao consumidor. Dessa forma, propagandas abordavam o ato de fumar como um padrão de moda da época, em que atores fisicamente fortes faziam papel de surfistas, fumando ao sair do mar. Consequentemente, a produtividade industrial do tabagismo contribuiu para uma parcela social detentora de diversos problemas de saúde.
Além disso, nota-se, que a falta de informação é um impasse que prorrogora a problemática. Isso acontece pois, segundo dados da Organização Mundial de Saúde (OMS), 12% da mortalidade adulta mundial é causada pelo tabagismo, o que evidência a ausência de conhecimento da população sobre os malefícios das substâcias químicas contida no cigarro. Por conseguinte, os riscos de doenças crônicas aumentam na população, assim, como diz Cazuza, o futuro repete o passado.
Torna-se evidente, portanto, que medidas sejam tomadas para garantia de uma população informada. Em razão disso, o Ministério da Educação, com ajuda e ONG’s especialistas no tratamento de vícios químicos, levem a informação para as comunidades sobre os riscos de saúde que o fumo causa no corpo humano. Isso,por meio projetos socias e escolas abertas ao público, trará a conscientização coletiva para todos. Ademais, o Ministério da Saúde deve atuar em postos de atendimentos para o tratamento de doênças causadas pelo hábito de consumo do cigarro.