Tabagismo no século XXI: problemas e consequências

Enviada em 22/10/2018

De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), o tabagismo é considerado uma doença e mais de 7 milhões de pessoas morrem todos os anos devido ao consumo de cigarros. Desse modo, o tabaco ocasiona diversas doenças. Nesse contexto, deve-se analisar os problemas e as consequências que a sociedade encontra ao consumir o tabaco no século 21.

Convém ressaltar, a princípio que a dependência da nicotina é uma das causas do tabagismo. Isso acontece uma vez que, ao consumir o cigarro, essa substância tóxica atinge, rapidamente, o cérebro e provoca sensação de prazer. Hoje, é comum, por exemplo, o SUS oferecer tratamento gratuito para o tabagista, porém a ausência informação do governo sobre o tratamento dificulta abandonar o cigarro. Em decorrência da fragilidade desse processo, a nicotina, então, potencializa o risco de derrame, infarto, doenças pulmonares e vários tipos de câncer.

Ademais, nota-se ainda, que a falta de orientação sobre os malefícios do tabaco, nas escolas constrói um aumento de fumantes no futuro. Isso acontece uma vez que, segundo a OMS, 90% dos fumantes tiveram o primeiro contato com o cigarro em idade escolar, na faixa etária entre 5 e 19 anos. Por consequência dessa falta de instrução na juventude, além do adolescente ser um fumante precoce, poderá também consumir drogas mais pesadas.

Torna-se evidente, portanto, que a questão do tabagismo precisa ser reformulada. Em razão disso, o Ministério da Saúde deve disseminar, nos meios de comunicação, propagandas que, além de incentivar ao não tabagismo, informem à população as consequências ao usar o cigarro. Outrossim, o Ministério da Educação, junto às escolas, deve incluir debates que abordem o quanto o tabaco afeta a saúde, assim como o meio ambiente. Dessa forma, o mundo poderá alcançar um número reduzido de fumantes e o tabagismo deixará de ser um problema no século 21.