Tabagismo no século XXI: problemas e consequências
Enviada em 20/10/2018
A descoberta do tabaco, uma planta originária da América, foi essencial para a fabricação de cigarros e o seu consumo crescente, dado que é o insumo principal. Entretanto, essa prática está conjugada ao aumento de doenças, a menor expectativa de vida e desencadeia os efeitos das substâncias tóxicas para agentes passivos.
É válido destacar, antes de tudo, que o ser humano começa a fumar por influencia do meio e prossegue por alívio. Muitas pessoas iniciam o uso de cigarros por causa das mídias sociais, que exprimem uma expectativa positiva, de modo que o tabagismo atenua o estresse, a pressão do trabalho, ou seja, auxilia a enfrentar a vida. Nessa perspectiva, o fumo que foi útil para um momento de fragilidade é perpetuado em razão da dependência psicológica. Assim, a propensão a doenças cardíacas e pulmonares, câncer e as mais de quatro mil substâncias tóxicas são colocadas às margens por causa do vício.
Em conseqüência, a decisão de engravidar e fazer uso de cigarros produz efeitos nefastos. A prática de fumar associada durante a fase da gravidez resulta em desdobramentos que trazem sérios riscos à mãe e ao feto. Como exemplo, bebês de baixo peso ou prematuros, abortos espontâneos e, de acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMC), a concentração de nicotina no ovário é a causa da infertilidade de mulheres.
Fica claro, portanto, que medidas precisam ser tomadas para que a qualidade de vida e o crescimento vegetativo não entrem em déficit. Para isso, faz-se necessário que a Assistência Social viabilize nos municípios profissionais que desenvolvam a psicoterapia, por meio do direcionamento de uma porcentagem do orçamento dado pelo Governo. Assim, identificar as situações em que há risco de fumar e obter ajuda para enfrentá-las repercute em um estilo de vida benéfico.