Tabagismo no século XXI: problemas e consequências

Enviada em 21/10/2018

Os receptores específicos para a nicotina -principal substância, viciante, presente no cigarro- no cérebro, quando ativados, liberam substância que garantem sensação de prazer. Contudo, a nicotina é acompanhada por aproximadamente 5 mil compostos tóxicos, que são capazes de colocar o cigarro como principal causa de morte prevenível na atualidade. Sendo assim, o tabagismo pode levar a quadros de diminuição da PEA (população economicamente ativa) e de acentuam então do contrabando de cigarros.

A princípio, o tabagismo é grande causador de doenças, de acordo com a OMS (Organização Mundial da Saúde) estima-se que 4,9 milhões de pessoas morrem todos os anos em decorrência do cigarro. Dessa forma, esse vício é um grande vetor da diminuição da PEA, que acarreta a quadros de perda econômica, já que pessoas presentes nesse cenário são responsáveis por movimentar o mercado de trabalho e de consumo.

Outro fator de relevância, nessa temática, existe um aumento do número de mercadorias traficadas, conforme dados da FNPC ( Fórum Nacional Contra a Pirataria e a Ilegalidade), no qual apresenta que, as vendas de cigarros ilegais no Brasil atingiu a marca de 48% do volume de vendas em 2017. Assim sendo, os contrabandistas tem intensificado a atividade ilegal, a fim de atender o grande mercado ilícito o que promove prejuízo financeiro a União.

Fica evidente, portanto, que a manutenção do tabagismo colabora para um colapso na economia. Dessa maneira, medidas devem ser tomadas, as empresas por meio de palestras com especialistas como, médicos e enfermeiros, com intuito de orientar o trabalhador dos reais riscos à saúde, provenientes do tabagismo, haja vista que munidos de conhecimentos o tratamento é mais eficaz e tende a evitar novos dependentes. Ademais, o Governo fiscalize e cumpra a legislação com intenção de mitigar os contrabandistas. Aumentando assim as chances para um futuro mais saudável.