Tabagismo no século XXI: problemas e consequências
Enviada em 21/10/2018
Convive-se diariamente com as consequências do tabagismo no século XXI, como por exemplo, os danos causados no meio ambiente e o perigo à saúde. Essas implicações evidenciam a importância que se deve dar as discussões sobre os fatores motivacionais e as execuções de estratégias de combate acerca das razões desse problema macro.
É elementar que se tenha em mente o grande prejuízo causado no meio ambiente pelo uso do cigarro. Segundo o Instituto Nacional do Câncer, bitucas de cigarro podem levar até cinco anos para se decomporem e estão entre os resíduos sólidos mais encontrados em praias e bueiros. Por esse motivo, o ambiente se torna cada vez inquinado, regressando para um meio não limpo.
Deve-se abordar ainda, outra consequência do tabagismo, que é o risco em que o fumante passivo está inserido. Estudos apontam que a chance de uma pessoa que inala a fumaça de um cigarro desenvolver doenças respiratórias e câncer é 30% maior em comparação com quem não entra em contato com o fumo. A partir dessa informação, observa-se que a fumaça se torna uma grande ameaça em que a população pode entrar em contato. Formando uma grande porcentagem de indivíduos doentes.
Diante das consequências, deve-se dar a devida importância as execuções de estratégias para combater essa problemática. Cabe ao Ministério do Meio Ambiente em parceria com o Poder Legislativo, evitar o aumento da poluição causada pelo tabagismo. Criando uma lei que proíba as pessoas de jogarem os cigarros em locais indevidos. É também necessário, que o Ministério da Saúde juntamente com a mídia, crie campanhas publicitárias para orientar a sociedade em relação aos perigos do consumo e da inalação do cigarro. Na perspectiva de diminuir as consequências dessa totalidade de problemas.