Tabagismo no século XXI: problemas e consequências
Enviada em 20/10/2018
O tabaco, originário dos Andes, espalhou-se por toda América com as migrações dos povos ameríndios e sua utilização originou-se na Espanha como demonstração de ostentação. Atualmente, o tabagismo é um problema de saúde pública, uma vez que afeta diversos setores da vida de quem fuma e seus familiares.
Primeiramente, há um comprometimento da saúde mental dos dependentes do cigarro, de maneira que quadros de depressão, ansiedade e esquizofrenia são evidenciados a partir do uso constante da nicotina. De acordo com pesquisadores dos Centros de Controle e Prevenção de Doenças dos Estados Unidos(CDC), pessoas a partir de 20 anos com depressão tem duas vezes mais chances de serem fumantes. Dessa forma, faz-se necessário promover discussões sobre a problemática objetivando soluções.
Além disso, existe um déficit financeiro no setor público para tratamento de doenças relacionadas ao cigarro, de forma que falta recursos para ser investidos no tratamento de outras patologias . Segundo a Organização Mundial de Saúde(OMS), o Brasil tem um prejuízo anual de 57 bilhões com o tabagismo. Nesse sentido, nota-se que a dependência da nicotina se apresenta como um dos entraves para que a saúde pública se desenvolva no que diz respeito ao lado econômico.
Destarte, o vício pelo tabaco traz consequências em todos os setores da sociedade. Logo, torna-se imperativo que o Ministério da Educação(MEC), em conjunto com ONG’S, promovam Workshops por intermédio de professores, psicólogos e psiquiatras para discutirem com a população métodos para refrear problemas psiquiátricos advindos do tabagismo. Ademais, a população precisa cobrar , através de manifestações pacíficas, melhor administração do dinheiro público no tratamento de doenças respiratórias e campanhas educativas para que essa dependência por nicotina seja extirpada do mundo . Pois, somente assim se construirá um sociedade mais justa e igualitária.