Tabagismo no século XXI: problemas e consequências
Enviada em 18/10/2018
É comum encontrar registros de pessoas ostentando o vício de fumar até poucas décadas atrás. A própria Merilyn Monroe, grande símbolo de beleza e personalidade, foi fotografada diversas vezes com um cigarro na mão. Porém, apesar do passado glamouroso, hoje o tabagismo representa um grande problema para a humanidade.
Em primeira análise cabe destacar que o ato de fumar é uma decisão pessoal, mas as consequências afetam toda coletividade. Isso porque o indivíduo ao ficar próximo de uma pessoa fumante acaba inalando involuntariamente todas as toxinas do cigarro e com isso passa a ser um fumante passivo. Mesmo sendo uma condição passível, dados do Instituto do Câncer afirmam que o “fumante por acaso” tem as mesmas probabilidade de desenvolver doenças pulmonares e cardíacas que um fumante ativo.
Ademas, cabe salientar que a industria tabagista já encontra vários empecilhos para o livre comércio em território nacional. O Ministério da Saúde e a OMS já travaram uma batalha contra esse ramo através da criação grupos de ajuda com o tabagismo nas unidades básicas de saúde, altas taxas tributárias nos produtos e obrigatoriedade das carteiras de cigarros portarem mensagens desestimulando tal prática. Entretanto, o Ministério da Saúde afirma que cerca de 20% da população brasileira ainda é fumante.
Dessa forma, fica evidente que ainda tem-se um longo caminho a percorrer. A escola, com seu papel de formação cidadã, deve promover discussões sobre esse tema desde os primeiros anos escolares, afim de desestimular e romper com quaisquer resquício de glamour que o jovem possa achar em tal prática. O Ministério da Saúde deve vincular, nos mais diversos meios midiáticos, informações sobre a importância da busca por ajuda nas unidades básicas para controlar o vício, além de alertar sobre os riscos de sem um fumante passivo. Somente assim a população poderá respirar aliviada.