Tabagismo no século XXI: problemas e consequências

Enviada em 17/10/2018

Desde o surgimento do capitalismo na Europa no século XV, o ser humano visa somente o lucro, seja ele como for adquirido. E, na atualidade, essa realidade não é diferente, uma vez que o cigarro, produto mortal, é vendido desenfreadamente. Sendo assim, é necessário analisar como as causas e as consequências interferem na problemática acima.

Como primeira constatação, observa-se que preocupações associadas ao tabagismo não apenas existem como vem crescendo a cada dia. Por conta disso, é preciso buscar as causas dessa questão, entre as quais, emerge como a mais recorrente, a curiosidade adquirida na adolescência que é responsável por persuadir os jovens. Isso acontece, principalmente, em virtude de ser a fase na qual o ser humano está formando sua opinião em relação ao mundo e, muitas vezes, experimenta essa droga lícita por influência dos amigos. Esses fatores atuam em um fluxo contínuo e favorecem na formação de um problema social cada vez maior.

Outro fator que merece atenção está relacionado às consequências geradas por esse contexto. Como efeito negativo dessa problemática, estão os problemas de saúde decorrentes do tabaco. Tal situação, ocorre devido ao uso indiscriminado, a médio prazo, responsável por desenvolver

doenças cardiorrespiratórias e, até mesmo, câncer de pulmão e outros. Exemplos disso podem ser encontrados nas informações divulgadas pela mídia em geral como, por exemplo, na pesquisa realizada pela Organização Mundial da Saúde, na qual o tabaco mata mais de sete milhões de pessoas todos os anos.

Logo, medidas são necessárias para solucionar o impasse. Em razão disso, o Ministério da Educação, junto as escolas, deve promover palestras com o auxílio de médicos e psicólogos, por meio de cartilhas educativas que informem aos jovens os males do cigarro, a fim de educá-los e amenizar o número de fumantes, visto que a maioria inicia o vício na adolescência. Ademais, o Ministério da Saúde, em parceria com a mídia, deve criar campanhas que incentivem os dependentes a pararem com essa prática, através de tratamentos especializados e acompanhamentos frequentes com profissionais da área da saúde, com o intuito de diminuir as doenças relacionadas ao uso de cigarros. Com isso, a longo prazo, é possível suavizar os problemas interligados ao tabagismo no Brasil.