Tabagismo no século XXI: problemas e consequências

Enviada em 22/10/2018

Com o advento da Revolução Industrial, em 1789, surgiu na Europa diversas epidemias que passaram a ser tratadas como problema de saúde pública, assim como o tabagismo. Atualmente, no Brasil, a nicotina é  lesiva por causar, além de diversas doenças ao fumante, a inflação de gastos com o tratamento de suas enfermidades. Isso ocorre tanto pela negligência do Estado em interromper cargas contrabandeadas, quanto a dificuldade de sair do vício por parte dos usuários.

A priori, para reduzir o problema da nicotina no país, é necessário que esse material não chegue de forma ilegal. Porque, de acordo com pesquisas realizadas pelo jornal ‘‘O Globo’’, cigarros e outras drogas aparecem no Brasil, atualmente, por sua maioria, nos limites fronteiriços com o Paraguai e Colômbia. Dessa maneira, é mister que o contrabando desse material seja reduzido, para que o consumo também encolha.

Outrossim, destaca-se que a dificuldade de sair do vício do tabagismo aumenta a incidência de doenças graves no usuário. Pois, de consonância com pesquisadores de universidade públicas, a nicotina é perigosa por afetar o sistema nervoso central da pessoa, e torna-se difícil sair da rotina. Assim, para que o índice de enfermidades não cresçam, é necessário que a dependência do cigarro seja reduzida em diversos setores da sociedade.

Destarte, para que os problemas do tabagismo no século XXI, sejam reduzidos, diligências deverão ser tomadas. É necessário que o Governo Federal, por meio das polícias de fronteira, equipe os limites de território com tecnologia como drones e câmeras noturnas, a fim de reduzir o contrabando ilegal de cigarros nessas localidades. Além disso, é de extrema importância que ONG’s, promovam reuniões de fumantes nos finais de semana, por meio de agendamentos on-line, para que viciados tenham apoio psicológico que os ajudem sair da rotina.