Tabagismo no século XXI: problemas e consequências

Enviada em 16/10/2018

Em vários filmes que apresentam cenas dentro de presídios, é notório que o cigarro é algo “precioso” entre os detentos pelo fato de apresentar substâncias que gera dependência e prazeres imediatos nos consumidores. Destarte, Não só na ficção que casos como esse é verídico, atualmente, mais de 100 bilhões de cigarros são consumidos por ano, fato esse que agrava doenças respiratórias altamente graves e coloca a vida de muitos consumidores em ricos.

Fica evidente, portanto, que dentre as drogas que mais matam no mundo, o tabagismo ocupa os primeiros lugares do ranking, visto que, segundo a OMS (Organização Mundial da Saúde), a cada um minuto morre aproximadamente 400 pessoas por doenças relacionada ao fumo. Todavia, fator que impulsiona o largo consumismo é a presença de nicotina, substância responsável por causar dependência e prazeres, sendo que, pessoas que tem dias estressantes e cansativos são as que mais recorrem ao hábito de usufruir tais substâncias.

Entretanto, o fumo excessivo estimula problemas irreversíveis em diversos órgãos do corpo humano, como o câncer de pulmão, pneumonia, asma e baixa autoestima de realizar tarefas rotineiras. Nessa perspectiva, mesmo com todo conhecimento dos impasses que o tabagismo desenvolve, o ser humano continua a consumir, pois, segundo Zygmunt Bauman, o homem prefere buscar os prazeres imediatos e relevar as consequências dos seus atos.

Fica evidente, portanto, que o tabagismo causa dependência e serve como fuga do cotidiano para muitas pessoas, ocasionando, assim, problemas graves de saúde. Contudo, cabe ao Governo Federal, junto com a OMS, realizar campanhas publicitárias retratando os empecilhos que o fumo causa, através de propagandas midiáticas e por meio de palestras em locais públicos e investir em pesquisas científicas a fim de buscar substâncias capaz de anular a dependência da nicotina. Assim, os casos de morte por tabagismo irão reduzir drasticamente.