Tabagismo no século XXI: problemas e consequências
Enviada em 18/10/2018
O tabagismo nos anos 80 era relacionado ao glamour e ascensão social, integrado sempre nas novelas, cinemas e comerciais de TV, correlacionando-o ao sucesso pessoal e profissional, dessa forma, implantando o hábito do fumo na sociedade sem levar em consideração seus malefícios. Embora haja leis que proíbem propagandas estimulantes de tal hábito, ainda há mecanismos que incitam à prática, como a pressão de determinados grupos sociais e a necessidade de autoafirmação, além da influência de determinados setores da mídia.
Nessa perspectiva, de acordo com o pensamento de Jonh Locke, nascemos como uma folha em branco, sem conhecimento e o adquirimos por meio da experiência. Assim, há um conglomerado de itens em determinados ciclos sociais e culturais em que o tabagismo é um costume, o que, a vivência acaba por influenciar gerações e gerações, logo, originando em novos apreciadores.
Ademais, nota-se o grande poder de persuasão e influência que a mídia dispõe sobre sociedade. Desse modo, os meios de comunicação agem como modelos de consumo, implantando, então, certos produtos como o cigarro em seus canais, da forma com que o telespectador deseje obtê-lo, sem levar em consideração os malefícios à saúde tanto do consumidor quanto do meio ambiente.
Dito isso, é necessário que haja uma simbiose, ou seja, uma ação conjunta entre o Ministério da Saúde em parceria com Escolas e Universidades com intuito de desenvolver palestras e aulas educativas com depoimentos e relatos de fumantes e ex-fumantes, ensinando aos alunos os malefícios e seus tratamentos. Além disso, concerne às Mídias Sociais desenvolver por meio de propagandas e cartazes, alertas aos indivíduos sobre os prejuízos à saúde que o tabaco viabiliza, visando desestimular seu uso. Dessa maneira, haverá uma queda significativa dos dependentes de nicotina.