Tabagismo no século XXI: problemas e consequências
Enviada em 16/10/2018
Os filmes mais antigos mostram os personagens sempre acompanhados do cigarro, pois, naquela época, o ato de fumar era visto como costume de uma classe dominante. Nesse sentido, na sociedade hodierna, essa prática vem abordando um recrudescente índice de casos, acarretando diversos danos ao organismo dos usuários. Desse modo, torna-se inevitável a discussão acerca dos problemas advindos do ato tabagista no Brasil, os quais se devem, principalmente, às influências e ao descaso com a saúde.
De início, é válido frisar que parcela significativa dos fumantes do país é composta por jovens. Outrossim, a necessidade de ser aceito por determinado grupo de amigos e a curiosidade, ainda são fatores que apresentam os adolescentes ao cigarro. Ademais, isso também se deve à busca incessante pelo prazer momentâneo, o que vai ao encontro da cultura hedonista, na qual os prazeres sensoriais são privilegiados. Assim, as novidades desse mercado, como o narguilé, e o fácil acesso ao cigarro influenciam e contribuem para que o número de jovens fumantes continue crescendo.
Além disso, a dinâmica estressante da sociedade leva à pratica do fumo para amenizar outros problemas, como a ansiedade. Então, como a nicotina e os outros vários constituintes do tabaco agem nos receptores cerebrais liberando adrenalina, as pessoas se sentem eufóricas para continuar seus afazeres. Entretanto, várias doenças são proporcionadas por esse ato, como a bronquite e o câncer de pulmão, fazendo com que essas pessoas morram cerca de três vezes mais que as não fumantes, segundo o Ministério da Saúde. Consequentemente, o tabagismo é uma das principais causas de morte no país e continua a conquistar adeptos.
Portanto, visto que o ato de fumar é extremamente prejudicial, podendo levar à morte, são necessárias medidas para reduzir os índices de fumantes no Brasil. Assim sendo, é preciso que o poder Legislativo proíba a venda de cigarros para menores de 20 anos e, também em mercados. Dessa maneira, instituindo uma lei, será diminuída a oferta e menos jovens terão acesso fácil ao produto. Ainda, a Polícia Federal de cada estado, precisa monitorar suas fronteiras, internacionais e nacionais, a fim de que sejam interceptados os contrabandos desta droga. Logo, arraigando essa via de fácil aquisição do produto, as milícias do tráfico diminuirão e, também, o consumo. Desse modo, será possível amenizar a compra desse artefato e promover maior saúde e bem-estar a população em geral.