Tabagismo no século XXI: problemas e consequências
Enviada em 20/10/2018
Tabagismo no século XXI: problemas e consequências
Desde que nos socializamos com as pessoas aprendemos que não é educado e correto fumar perto de outros, e que fumo traz consequências ruins. Se as pessoas sabem que esse vício maligno afeta a saúde e traz riscos de morte, por que continuam a fumar, e como o fumo pode ser evitado?
È comum vermos cenas em filmes e novelas de atores e atrizes famosos e ricos fumando. O cigarro ainda é encarado como símbolo de elegância e status, embora o último seja relativo. Em países pobres, como a Mongólia, uma reportagem da Record mostrou tempos atrás crianças de origem pobre com cigarro na boca, e os pais não mostraram alguma atitude de preocupação. O problema é que em alguns lugares fumar é sinônimo de cultura, e traz bem estar temporário, segundo comentários de doutores, como Dráuzio Varella e em livros didáticos, que tem por objetivo orientar jovens que pode ser facilmente influenciados.
Embora seja considerado uma droga lícita é utilizado por pessoas de status e é encontrado em vários lugares, até mesmo em hospitais e áreas públicas, não devendo haver a presença de nicotina,atingindo fumantes passivos e contribuindo para que tornem fumantes também.As pessoas sabem, pois, dos riscos a curto e longo prazo do uso da nicotina, -outrora tenha efeitos agradáveis,- pode trazer o risco de câncer de pulmão e ataque cardíacos, ambos com taxa de 30 a 40 por cento de risco aproximadamente, conforme dados das Nações Unidas.
Fumar não é proibido, no entanto influencia crianças e outros que são vítimas de sua fumaça. Há dificuldade para o viciado largar o vício, mas não é impossível, desde que mude sua alimentação e evite o uso de cigarros sintéticos, abandonando por fim o hábito e contribuindo para que outros não passem a serem vítimas ativa ou passivamente, ainda que tenha de enfrentar a abstinência.
È importante também que o indivíduo não influencie adolescentes ou crianças e que esses cresçam com valores e opiniões próprias a respeito dessa droga licita. Cabe, assim, ao governo diminuir a taxa de vendas de drogas lícitas e aumentar a pena para que vende para crianças e adolescentes, protegendo-os e alertando-os dos riscos à saúde, por meio do Ministério Público, fiscalizando as empresas de transporte, diminuindo a taxa de importação para investir em outras áreas carentes, gerando mudança na economia e consequentemente diminuindo compra e venda do cigarro. Haverá, assim maior índice de ex-fumantes, os quais farão mudanças alimentares para não consumir mais o fumo e menores riscos para crianças e adolescentes, que evitarão seu consumo.