Tabagismo no século XXI: problemas e consequências

Enviada em 16/10/2018

A planta  conhecida como Tabaco  foi descoberta há cerca de 500 anos na América, usada em cigarros, cachimbos e charutos. Nesse contexto, pode-se perceber que o consumo cresceu em todo o mundo, devido ao uso  indiscriminado tornou-se um problema de saúde mundial agregado a uma visão social de que é uma droga lícita e  não prejudicial.

Em primeira análise, é indubitável que a prática do tabagismo trás grandes riscos a saúde do indivíduo. De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), a persistência do uso do tabaco, acarretará em doenças como: doenças cardíacas isquêmicas, acidentes vasculares cerebrais, infecções  das vias aéreas, cânceres de pulmão, traqueia e brônquio. Dessa forma, entende-se que a continuidade da ingestão dessa droga causará danos nocivos e é um grave problema de saúde pública.

Além disso, cabe ressaltar que ao longo da história a sociedade criou o hábito de fumar por achar pomposo, como sinal de estilo sofisticado, com o auge do cinema no século XX isso foi intensificado com os galãs e divas da época. Segundo uma pesquisa feita pela Revista Galileu, onde se consomem 30% dos cigarros do mundo, revelou que 61% da população achava que o vício causa pouco ou nenhum dano à saúde. Com isso, observa-se que o glamour do século continua afetando negativamente a vida de milhares de pessoas nos dias atuais.

Diante do exposto, urge a necessidade de providências eficazes, que o Ministério da saúde em parceria com as mídias realizem campanhas  periódicas contra o fumo com o intuito de evitar o início da utilização e desestimular quem é dependente. Assim também, o Ministério da Educação junto com ONG,s promovam palestras nas escolas que levem a discussão e mostre as consequências degradantes à saúde, com isso, levará a uma abertura de mente para que a cultura social se ressignifique. Assim, conseguiremos andar e evitar os hábitos destrutivos cultivados desde a descoberta da América há 500 anos.