Superbactérias: reflexo da automedicação?
Enviada em 06/07/2020
Em relação às superbactérias,vale ressaltar que elas são uma grande preocupação para a humanidade.Com isso,segundo a ANVISA(Agência Nacional de Vigilância Sanitária),milhares dessas bactérias surgem anualmente no Brasil.Assim,destaca-se a automedicação como o principal fator,pois o uso irregular do antibiótico torna-as mais desenvolvidas,além da falta de divulgação da mídia sobre os seus perigos causados.
Antes de mais nada,faz-se necessário atentar para o uso indiscriminado de medicamentos sem a prescrição médica.A partir disso,por exemplo,uma pessoa sente sintomas de gripe e toma o antibiótico (além de não apresentar melhoras,ela ainda vai colaborar para a resistência da bactéria contra esse remédio,logo,é aí em que “mora o perigo”).Ademais,vale uma atenção especial sobre o tema,pois conforme a OMS(Organização Mundial da Saúde),os antibióticos não estão tendo novas versões,ou seja,estão em retrocesso,em que seu último foi criado em 1980.
Além do mais,convém lembrar que,historicamente,a criação da
penicilina,em 1928,foi responsável por salvar muitas vidas,pelo fato de que não havia outros medicamentos desse tipo e uma “simples” bactéria foi
capaz de matar muita gente.Com base nisso,pode-se citar o grande poeta brasileiro,Castro Alves,que foi mais uma das vítimas da chamada Peste Branca.Assim sendo,as superbactérias continuam sendo um desafio atual.Por isso,são necessárias alternativas para combatê-las.
Portanto,diante do exposto,esse grande problema merece maior colaboração da sociedade.Desse modo,cada cidadão deve fazer a sua parte de evitar a automedicação e só tomar remédios com a orientação do especialista.Também,é indispensável o papel da mídia(que é uma grande formadora de opiniões) em divulgar para a população o tamanho do perigo de tomar medicamentos sem prescrição médica.Nesse sentido,espera-se uma melhor conscientização das pessoas por um bem maior:vidas.