Superbactérias: reflexo da automedicação?
Enviada em 06/07/2020
A importância de consultar o médico.
Segundo, Alexander Fleming, médico bacteriologista, em uma de suas citações, “provavelmente chegará uma hora em que a penicilina estará facilmente disponível em farmácias o que facilitará que pessoas sem instrução usem doses erradas e acabem criando bactérias resistentes à penicilina”. Nesse contexto, o uso indiscriminado de antibacterianos contribui para o surgimento de superbactérias. Tal problema se deve ao abuso da automedicação.
A priori, de acordo com uma pesquisa do instituto de ciência, tecnologia e qualidade, realizada em 2016, 72% dos brasileiros tomam remédio por conta própria. Dessa maneira, a população por não consultar os profissionais da saúde está mais propicia a cometer erros que podem afetar a sua vida e a do próximo.
Haja vista, por a situação ser tão alarmante medidas têm que ser tomadas pelo setor público de saúde. Para ilustrar tal situação, a anvisa determina na RDC 44/2011 o controle de medicamentos a base de antimicrobianos, restringindo a sua venda mediante a apresentação de receita médica de controle especial. Assim, se garantirá que o paciente apenas use a substância após uma consulta ao especialista.
Logo, para se manter a população informada da importância do correto uso de tais medicamentos é necessário que, o ministério da saúde organize campanhas nacionais informando sobre os prejuízos da auto medicação, por meio da grande mídia e distribuição de cartilhas instrutivas junto às comunidades. Desse modo, a população ficará bem amparada, impedindo que as superbactérias se desenvolvam como dito por Alexander Fleming.