Sistema carcerário brasileiro: problemas e soluções

Enviada em 17/03/2018

De acordo com o estudo da História, o homem não nasceu para viver isolado, pois a liberdade é sua característica fundamental. Porém, tornou-se perigoso para seus semelhantes. Era uma questão de sobrevivência ter algum tipo de punição para impedir comportamentos que colocavam em risco a existência. Assim, cada país criou suas próprias regras e leis para esse fim. No entanto, o sistema carcerário brasileiro mostra-se ineficiente em diversos aspectos diante do pouco investimento do Governo.

O número de presos no Brasil aumentou 168%, de 2000 a 2004. Possui capacidade de 371 mil vagas, porém com um déficit de 250 mil. Com isso, os cárceres superlotam. Fator que auxilia na proliferação de doenças dentre elas o HIV. Uma vez que estima-se que 20% sejam portadores. Prevalecem, também, o abuso, a tortura. Não há uma reabilitação dessas pessoas.

A saber, o Ministério da Justiça investe pouco na metodologia prisional. Devido a isso, por possuir limitados recursos, é considerada desumana, ultrapassada, insuficiente e falida. Tornou-se um desafio melhorar, pois também, o corpo judiciário não prefere penas alternativas. Como aproximadamente 41% de encarcerados aguardam julgamento, mesmo sem terem sido julgados. Então, ocupam lugares de quem é inegavelmente culpado.

Logo, as formas de punições brasileira mostram-se deficientes para aqueles a quem que ela deveria dar total assistência. Cabe ao sistema judiciário, julgar, condenar e encarcerar os culpados. E ainda que crie mais penitenciárias. Haja vista que utilize mais recursos para a manutenção e a efetivação dessas ações. A fim de que proporcione condições básicas de vida melhores e mais humanas para essa classe. E que através de assembleias, a federação nacional, reveja e clareie como as entidades governamentais referentes a essa área devem agir. Consequentemente, reintegrarão de forma mais eficiente todos os condenados. Como dizia Martin Luther King, ’’ toda hora é hora de fazer o que é certo.''

essa área devem agir. Consequentemente, reintegrarão de forma mais eficiente todos os condenados. Como dizia Martin Luther King, ‘’toda hora é hora de fazer o que é certo"".