Sistema carcerário brasileiro: problemas e soluções
Enviada em 10/04/2018
Nas primeiras civilizações já era possível encontrar registros de regras e as respectivas punições, caso estas fossem infringidas. Com a evolução da sociedade, as prisões foram criadas com o intuito de ressocializar aqueles que descumpriam a lei. Contrariando essa premissa, o sistema carcerário brasileiro não só é falho no que se refere à ressocialização dos presos como também é responsável por uma grande reincidência criminal que causa revolta na população que se torna descrente com relação à eficácia desse sistema
Neste cenário é importante entender as causas que levaram à crise penitenciária e os caminhos para melhorar este sistema. As estatísticas mostram que a maioria dos presos brasileiros são homens negros, população que também possui alta taxa de analfabetismo e ocupa cargos inferiores, quando comparados com homens brancos. Em decorrência disso acabam ocupando espaços que não têm incentivo cultural, que possuem baixo acesso à saúde e educação, e falta de segurança
Nesse contexto, muitos optam pela criminalidade para tentar fugir desta realidade, e o que encontram são cadeias superlotadas, com muita violência e sem condições básicas de saúde. Neste ambiente muitos acabam entrando para facções. Ao saírem da reclusão, voltam a cometer crimes e regressão às celas. Enquanto esse ciclo se repete, a população sofre com a violência, o governo gasta mais do que poderia e os encarcerados que são as principais vitimas vivem em condições sub-humanas e são privados de deus direitos.
Portanto, medidas são necessárias para minimizar esse problema. Como propôs Charles Darwin sobrevive aquele que melhor se adapta ao meio. Tendo isso em mente, é preciso reformular o sistema prisional. O mistério da segurança em parceria com o sistema privado deve aumentar o número de prisões e diminuir a ociosidade dos presos.Melhorando o sistema prisional diminuímos a desigualdade construindo um país mais justo e seguro para todos.