Sistema carcerário brasileiro: problemas e soluções
Enviada em 01/03/2018
Pode-se afirmar que a educação e o crime são inversamente proporcionais, pois, no Brasil, enquanto a educação é menor o crime é maior. Isso implica em vários fatores que levam ao caos no sistema carcerário, como é o caso da superlotação e da violência. Além disso, os presídios não cumprem o papel de reabilitar o preso, pelo contrário, esses lugares também são conhecidos como “escolas do crime”.
Em primeiro lugar, observa-se que 40% dos presos brasileiros são provisórios, segundo dados do G1. Esse número pode aumentar, porque a falta de defensores públicos é um dos principais problemas, fazendo com que provisórios fiquem juntos de condenados, aumentando os números de membros de facções. Essas são as responsáveis pela violência nos presídios, como os acontecimentos que ocorreram em Manaus, no início de 2017.
Em segundo lugar, nota-se que um país que não investe em educação tem grande parte da população vivendo em prisões. Diferentemente de países que valorizam o sistema educacional, por exemplo, Suécia e Holanda, países desenvolvidos, em 2017 decidiram fechar muitos presídios por falta de presos. Portanto, essa questão apenas afirma o fato que a educação é a base de toda sociedade.
Diante disso, medidas devem ser tomadas para solucionar o problema. É fundamental investimentos na educação, ou seja, sem desvios de verbas, pois é necessário reformar escolas e contratar professores, essa medida deve ser criada pelo Ministério da Educação, porque quanto mais educação menos violência. Além disso, a educação também deve ser incentivada dentro dos presídios, para que haja uma reabilitação, fazendo o detento ser inserido na sociedade sem preconceitos.