Sistema carcerário brasileiro: problemas e soluções

Enviada em 19/02/2018

No que se refere ao crescente número de presos no Brasil,é possível afirmar que fatores como a evasão escolar e a ausência de métodos eficazes de ressocialização têm cooperado para o aumento alarmante desses índices nos últimos anos.Isso se evidência não só pelo fato de mais da metade dos presos abandonarem a escola na infância.Mas, pela maioria dos ex presos voltarem ao crime. A possível solução desses impasses, seriam ações do Estado para reverter isso.

“Eduquem as crianças e não será necessário castigar os homens”. Tal declaração  proposta pelo filósofo e matemático Pitágoras, permite  que haja uma reflexão sobre como a educação é capaz de transformar positivamente a vida de alguém e,por outro lado, como sua ausência pode provocar danos irreversíveis à vida da mesma pessoa.Isso é observado pelo Levantamento  Nacional de Informações Penitenciários (Infopen),que confirma que  a maioria dos presos são negros,pobres e baixa escolaridade,como não possuem as mesmas oportunidades as quais têm os de classe alta,aderem facilmente ao mundo do crime.

Além disso, a Associação de Proteção aos Condenados(Apac) utiliza um método de ressocialização que é eficaz, por isso foi uma das finalistas ao prêmio Innovare uma premiação muito respeitada pela justiça brasileira.Essas unidades estão espalhadas pelo Brasil e cumprem seu papel reinserindo o indivíduo na sociedade.Isso é um dos fatores fundamentais para diminuir o número de reincidentes no crime.Para que,sejam gerados resultados eficazes,os governantes do país devem investir em métodos de ressocialização,ao invés de construir presídios,pois assim não teriam que se preocupar com cadeias cheias de ex presos.

Diante do exposto,é necessário que o Ministério da Educação em parceria com governadores e prefeitos invistam na diminuição da evasão escolar,por meio de acompanhamento psicológico e assistência social,a alunos de maior vulnerabilidade ao crime,pois assim terão melhores opções de escolhas.Já o Ministério da Justiça em parceria com os administradores de presídios devem implantar políticas públicas que funcionem por meio de alfabetização,empregabilidade e penas alternativas.Com isso,os apenados terão melhores oportunidades ao ser reinserido na sociedade.