Sistema carcerário brasileiro: problemas e soluções
Enviada em 23/01/2018
Para a grande maioria da sociedade brasileira: “bandido bom é bandido morto”. Políticos pouco se importam com os apenados. Falta agilidade no sistema judiciário, esses são alguns fatores que contribuem para crise penitenciaria nacional.
Para fomentar ainda mais a crise no sistema prisional, a população brasileira não se importa e tão pouco cobra os responsáveis por atrocidades que acontecem nos presídios, recentemente uma rebelião em um presídio no Amazonas deixou vários mortos em uma briga de facções. As pessoas aplaudiram como se fosse um coliseu, nas redes sociais facilmente encontrava-se vários comentários como: " Bandido bom é bandido morto", “Deixem se matar, menos bandidos para sustentarmos”.
Construir presídios, contratar agentes penitenciários, investir na infraestrutura e pessoal qualificado não da voto, esse é um dos motivos para falta de interesse dos governantes que sempre pensam em continuar no poder e não ligam para reabilitação do preso.
E somando-se a isso um sistema judiciário lento que tiram a liberdade de pessoas que ainda nem se quer foram julgadas, presos não tem o direito constitucional do devido processo legal que torna nula qualquer privação de liberdade sem o direito da ampla defesa e do contraditório.
Nossa carta magna assegura o direito a dignidade e liberdade, basta que os governantes respeitem a Constituição Federal de 1988, e para acabar com a crise, deve ser criada uma força tarefa para julgar, condenando os culpados e libertando os inocentes. Colocar em pratica a função social das penitenciarias que é reabilitar os apenados com cursos profissionalizantes inserindo-os novamente na sociedade.