Sistema carcerário brasileiro: problemas e soluções

Enviada em 02/02/2018

A prisão moderna surgiu com o intuito de possibilitar a reintegração dos presos na sociedade, além de evitar a pena de morte. Contudo, este aspecto principal do sistema carcerário foi pouco incentivado, sobretudo, no Brasil ao decorrer dos séculos. A redução desta ideia principal reflete os problemas das cadeias no século XXI, relativo à estrutura, a condição dos detentos e a segurança da nação.

A estrutura dos presídios no Brasil remete a uma situação de abandono. Tendo em vista, que as diversas prisões do país estão superlotadas, assim apresentam péssimas condições de higiene e alimentação para os detentos. Consequentemente, sendo um ambiente propício à diversas doenças. Isto é um dos fatores que auxiliam para reincidência dos condenados ao crime, pois só pioram o processo de reintegração.

Esse descaso com os presídios, por parte do governo, reflete as revoltas executada pelos presos, em janeiro de 2017. Essas rebeliões acontecidas no norte do país, no Amazonas e em Roraima, fizeram cerca de cem mortos, além da fuga de centenas de presos. O ocorrido revela que os presídios brasileiros não conseguem manter a segurança da população no estado atual.

É inegável que a situação atual do sistema carcerário não pode se manter intacta. Diante disso, é primordial governo investir na reintegração dos presos na sociedade através programas profissionalizantes que visam a inserção no mercado de trabalho. Outro ponto fundamental é conscientização dos juristas em adotarem penas alternativas com caráter educativo, desse modo reduzindo a superpopulação carcerária. Enfim, garantindo um sistema prisional “humanizado”.