Sistema carcerário brasileiro: problemas e soluções

Enviada em 02/11/2017

No que se refere ao Sistema Carcerário, é possível perceber que esse tem gerado grandes problemas, devido a falta de vagas nos presídios sabendo que a população carcerária brasileira cresce 7% ao ano, número alto que tem resultado em enormes problemas. A guerra de facções criminosas dentro de presídios brasileiros expôs a fragilidade do sistema penitenciário nacional, provocando morte e fuga de muitos presos. Isso, devido ao fato da superlotação e, também, a mistura de presos provisórios e condenados, que ressalta o problema de divisão desses.

A superlotação é um dos problemas dos presídios do Brasil. E, segundo dados do Departamento Penitenciário Nacional, o número de presos no país somou 622 mil. Assim, o caso de não haver divisão dos detentos provisórios e condenados faz com que não haja vagas tornando o lugar apertado e sufocante. Dessa forma, a falta de defensores públicos intensifica a problemática, pois, com eles, a condenação ou libertação desses, tornar-se-ia muito mais fácil.

Até o século XVII, os presos sofreram penas cruéis e desumanas, privados de sua liberdade, em cárcere. Todavia, mesmo com melhorias, é notória a falta de preocupação do país em relação aos presos. Atualmente, em uma cidade do Maranhão, um preso faleceu depois de ficar por 18 horas preso dentro de uma jaula a céu aberto. Além disso, esse era hipertenso, e durante o tempo que ficou detido, não teve acesso à medicação que usava diariamente.

Portanto, medidas são necessárias para resolver o impasse. É necessário que o Governo Federal, junto ao Ministério da Justiça disponibilize defensores públicos para esses, em busca de resolver o problema libertando ou condenando esses. Ademais, é necessário que invistam em prisões, onde possa separar os detentos, e assim, não formar um aglomerado problemático. Outrossim, segundo Pitágoras, é preciso educar as crianças para não castigar os homens. Logo, é necessário que os pais estejam educando seus filhos colocando esses na escola, sem esquecer que a educação começa em casa, e também ensinando a importância dos bons modos e do respeito. Dessa forma, será possível melhorar tanto a vida da população, quanto dos detentos.