Sistema carcerário brasileiro: problemas e soluções
Enviada em 20/10/2017
Até o século XVIII, as penas utilizadas eram o enforcamento em praça pública, decapitamento na guilhotina, entre outras formas cruéis. Com a evolução política chegamos ao qual á punição é fechada, mas ás formas desumanas de tratar o detento ainda é rotineira. Sendo assim, é visto que regimes cruéis tem sido usado e prejudicado os mesmos.
Superlotação de celas, com fluxo de entrada enorme e de saída pequena, com presos provisórios, que segundo uma pesquisa da BBC, 40% dos detentos aguardam julgamento, o que faz com que o presídio esteja em uma maneira caótica, com péssimas condições de sobrevivência. Nesse sentido, é imprescindível pensar em como o poder judiciário tem sido insuficiente nos julgamentos.
Ademais, com recursos mal colocados, segurança pública negligenciada, uma ausência absurda do Estado, libera espaço para os presos liderar as facções, como são tratados como animais violentos, geram mais violência ainda, como paralizações e rebeliões como o acontecido em Manaus, em 2016, que 56 pessoas foram mortas. Mais uma vez vemos que uma prisão sem disciplina não funciona.
Portanto, Cabe ao Poder Judiciário apressar os julgamentos, liberar aqueles que precisam ser liberados e até mesmo mudar de regime, para com isso diminuir o número de detentos. Cabe ao Poder Público contratar pessoas especializadas para o monitoramento e utilizar de formas humanas para trata-los. Por fim, cabe ás Ong’s promoverem trabalhos de reintegração dos presos no convívio social, com uma ressocialização educacional. Somente assim, estaremos trilhando um futuro rumo ao fim da crise carcerária.