Sistema carcerário brasileiro: problemas e soluções

Enviada em 19/10/2017

O Brasil está entre os 4 países com o maior índice penitenciário do mundo e esse número acaba só aumentando. Além disso, a superlotação, a incapacidade dos agentes penitenciários e a falta de reabilitação dos detentos tem sido alvo de impasse no país.

Em contraste , a Noruega abstém um dos melhores sistemas carcerários do mundo, por vezes considerado uma utopia pois os presos têm direito à fazer esportes, cozinhar e andar livremente pela prisão, especialistas dizem que o objetivo da detenção é tirar a liberdade do individuo e não tratá-los com um animais, e ainda mais a ressocialização do preso é fundamental, por vez que a reincidência do indivíduo voltar para prisão lá é de 20% dos casos.

Ao contrário, nas terras brasileiras, os detentos no cárcere perdem acesso à saúde, saneamento básico, estudo, e posteriormente em liberdade a dificuldade de arrumar emprego enfrentam devido ao preconceito. Dessa forma, muitos passam a se considerar escória da sociedade e voltam para às antigas atividades como o tráfico de drogas, roubo e assassinato. Logo, a possibilidade de ressocialização é quase nula. Certamente, a nação brasileira não está usando dos conselhos de Nelson Mandela: “A educação é a maior arma para se mudar o mundo”, ao contrário disso estão usando detenções inumanas.

Visto os problemas apresentados, torna-se claro que o sistema prisional brasileiro foi banalizado e não possui condições para manter e recuperar os presos. Contudo, é preciso que o Governo, juntamente com Ministério da Educação promova programas de reeducação na cadeia, com atividades de estudo, trabalho e esportes. E ainda mais, o Ministério do trabalho deve abrir vagas de emprego para os ex-detentos. Quanto, a superlotação o poder Legislativo deve promover outros modos de detenção, seja residencial ou com trabalhos sociais fiscalizados para o cumprimento de parte da pena.