Sistema carcerário brasileiro: problemas e soluções
Enviada em 26/10/2017
O sistema prisional no Brasil começa a partir da criação da Casa de Convenção no Rio de Janeiro em 1769. O Brasil é o quarto país do mundo em números de presos e o único desses quatro em que o número só aumenta. É incontrovertível que a superlotação se agrava a cada ano no território brasileiro. Além disso, a inexistência do acesso a saúde pública e a negligência da higienização do público feminino é um fator presente nas celas.
Primeiramente, os presos não tem a qualidade de uma assistência médica. Dessa forma, a maioria dos detentos quando ficam doentes não tem o apoio necessário em relação a própria saúde, acarretando assim, para o surgimento de mais doenças, dificultando a melhoria do sistema prisional. Esses aspectos revelam a falta de políticas públicas que prezem pela saúde dos presos, ainda mais, o descaso dos governantes em mudar a situação.
Outro problema em questão é a falta de higiene no aspecto feminino. Com isso, A jornalista Nana Queiroz retrata essa realidade em seu livro “Presos que não menstruam”, que retrata a exclusão dos cuidados íntimos da mulher, a falta de absorventes, como também a ausência de acompanhamentos ginecológicos, agravando assim para aquelas que estão gestantes. Por consequência, se o ambiente continuar o mesmo, sem necessárias mudanças, a convivência irá se agravar.
Diante desse impasse, a maneira que os detentos vivem e são tratados fere os direitos humanos, necessitando assim, de uma mudança. O governo deve investir na extensão de celas para evitar a superlotação e, criar leis que garantam a boa qualidade de saúde. Além da participação das ONGs com atividades esportivas para melhorar a reinserção social dos presos.