Sistema carcerário brasileiro: problemas e soluções

Enviada em 16/10/2017

Em outubro de 1992, o país ganhava o destaque na mídia nacional e internacional pela forma que retaliou a rebelião que acontecia no presídio Carandiru. Atualmente, o sistema carcerário brasileiro retornou aos noticiários nacionais e internacionais pela crise que se tornou evidente após a morte de presos por outros companheiros de cela. São falta de condições dignas de vida e um sistema falho que contribuem com a manutenção do caos carcerário.

Superlotação, falta de itens de higiene e alimentação inadequada são situações que retratam, claramente, as condições que os presidiários vivem durante o cumprimento da sua pena. Por mais que sejam encarados por uma parcela da sociedade como criminosos irremediáveis o papel do Estado é fazer a ressocialização. Contudo, ao encarcerar um ser humano numa cela onde há trinta pessoas sendo que a capacidade é dez não contribui para a execução do papel do Estado. O que acontece é que, em grande partes dos casos, o Estado devolve para a sociedade uma pessoa com dificuldades de ressocializar.

Outro fator importante, é a forma errônea que o sistema funciona. Muitos pessoas ao serem julgadas são colocados juntos com presidiários que tem um vasto histórico de crime. Tal interação transforma em um problema pois funciona como uma escola para se aprender os mais variados crimes. Com isso, tem se novamente a invalidação da função do Estado.

Dessa forma, pode se propor algumas medidas onde o principal agente seja o Estado.Primeiro,adotar medidas de incentivo a educação para minimizar o crescimento de presidiários.Segundo,investir em construção de mais presídios para combater a superlotação e também ter espaços vazios para os que possam vir a ter como sentença final presídios. E por fim, para manter alimentação e manutenção de itens de higiene e saúde incentivar o trabalho dos presidiários para que eles mesmo diminuir seus custos perante o governo e com isso, também, contribuir na ressocialização. Otrabalhos