Sistema carcerário brasileiro: problemas e soluções
Enviada em 16/10/2017
Nos anos 50,foi publicada uma obra chamada “memórias do cárcere”, o autor Graciliano Ramos -preso durante o regime do Estado novo -relata os maus tratos, as péssimas condições de higiene e a falta de humanidade vivenciadas na rotina carcerária. Apesar, de não vivermos mais em opressão, os presos sobrevivem de forma decadente e sujeito á toda forma de humilhação e degradação. Para Émile Durkheim, o indivíduo só poderá agir na medida em que aprender a conhecer o contexto em que está inserido, a saber quais são as suas origens e as condições de que depende. Os indivíduos privados de liberdade se encontram numa “via de mão dupla” entre se realinhar nos padrões da sociedade e aos olhos da justiça e á volta aos crimes. O estado não se preocupa em realizar o seu papel e atuar na vida dos preses como providenciar advogados públicos para aceleração de casos e julgamentos, tão pouco em atuar nas cadeias proporcionando uma vida mais descente. A superlotação,desorganização e o abandono não contribui para o bem-estar e nem o bom comportamento. Ademais, esses presos precisam encontrar novos rumos e receber um auxílio que garanta a reintegração na sociedade sem tantos danos que o passado já causou. E não vai se exposto à violência física, mental e psicológico que eles iram se permitir buscar outros caminhos, como a honestidade. Entretanto, medidas são necessárias para resolver o impasse. É de suma importância a ajuda do estado para cessar tais problemas, como recursos básicos para oferecer uma vida digna. Contratar policiais justos, carcerários treinados para atender pessoas que necessitam atenção e investir em profissionais como psicólogos, assistentes sociais, médicos e professores e principalmente promover palestras à família desses presos tudo em prol de um retorno à vida. Como dizia Platão, para mover o mundo,o primeiro passo é mover assim mesmo.